O câncer de próstata é a 2° doença oncológica mais frequente do homem, atrás apenas dos tumores de pele.

Aproximadamente 15% dos homens terão a doença e boa parte necessitarão tratamento cirúrgico, radioterápico ou medicamentoso.
O diagnóstico e tratamento precoce reduzem as sequelas do tratamento, principalmente a impotência sexual. Para isso o exame de rotina anual deve ser realizado por todos os homens acima dos 50 anos e, naqueles com histórico familiar  de câncer de próstata, indivíduos de raça negra e obesos, a partir dos 45 anos.
A impotência sexual causada pelo tratamento acontece em 50% dos pacientes que tem um desempenho sexual normal antes do diagnóstico, sendo mais frequente em indivíduos com alguma disfunção erétil prévia ou doenças crônicas associadas como diabetes, hipertensão por exemplo. A extensão da doença no momento do diagnóstico é fator determinante no risco de disfunção erétil.
O tratamento oncológico é sempre prioridade e tem objetivo curativo. As sequelas sexuais, quando acontecem, terão tratamento eficaz com medicamentos via oral, injetáveis, ou eventualmente cirúrgicos com o implante de próteses.

Confira a publicação na Revista Saúde Maringá Edição nº 46, página 34 de Dezembro de 2019

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